Consegui arrumar um tempinho para o blog, então aqui está meu post, caso alguém se interesse 🙂

 

Então, como foi meu verão até agora? Bom, em julho fui remar no Danúbio, descemos de DonauEschingen até Regensburg, num dos trechos mais bonitos do Danúbio. Sobre isso pretendo escrever com mais detalhes num post futuro, já que foi uma experiência fantástica, e só posso recomendar a todos. Assim que voltei das férias, me permiti uma semana de descanso, e depois comecei a trabalhar. Desde então tenho me ocupado com isso, e quando não estou trabalhando e não me entretenho, fico no computador — mais especificamente no meu novo favorito, Rust.

Rust não preciso apresentar em detalhes, quem conhece, sabe, quem não conhece, vale saber que é um jogo de sobrevivência (sei que tem muitos desse tipo ultimamente, mas este é bem bom), em que o principal obstáculo para a sobrevivência são os outros jogadores. Pode ser difícil jogar sozinho, por isso vale a pena se juntar a outros e construir uma boa base, depois começar a evolução dos itens e saquear outros jogadores, ou construir um império econômico. Dias atrás corri com meu amigo para um pacote de suprimentos aéreo, mas quando chegamos, alguém já tinha pegado os itens. Desapontados, voltávamos para a base quando notei um homem morto numa armadilha de madeira, e a porta da base dele estava escancarada. Como se descobriu, esse camarada foi quem pegou os itens. Não hesitei, delicadamente libertei seu cadáver da valiosa carga, como resultado fiquei mais rico com duas Thompsons e um rifle bolt-action. Depois corremos de volta para a base como duas crianças bem alimentadas no jardim de infância. O pobre garoto que (como se descobriu depois, morreu nas próprias armadilhas) nos pediu para pelo menos devolver o rifle bolt-action. Como não sou um FDP, atendi ao pedido dele, e ainda joguei um pouco de comida e um kit de primeiros socorros. Depois disso ele se tornou um bom vizinho, às vezes passa para visitar o apartamento e traz algumas coisas 🙂

A outra história aconteceu à noite, quando novamente queríamos saquear um airdrop. Desta vez cheguei primeiro, meu amigo Mihi tinha se afastado para algum lugar. Retirei as coisas do pacote, então notei a 10 metros de mim dois caras armados até os dentes. Aqui achei melhor sair correndo. Consegui chegar à minha base, mas como idiota passei direto e não percebi, então voltei. Como se descobriu, os dois camaradas me seguiram e me mataram. Aqui quase tive um infarto, e fiquei tão irritado que peguei meu rifle bolt-action e fui atrás deles com meu amigo Mihi, que me apoiava com uma pistola 9mm. Consegui eliminar um dos meus assassinos à distância quando estavam voltando, e o outro, após 4 minutos de tiroteio, também mandei para o inferno. Desde então nós também estamos armados até os dentes, e meu comparsa Mihi é o feliz dono de uma AK-47. (acho que saímos bastante bem dessa situação 😉 Atualmente estou esperando para ver se vão nos atacar algum dia, ou se não sabem qual é a minha casa. Tanto faz, ficar pensando nisso é desperdício de munição.

Aqui uma foto da nossa base:

Nossa base

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